sábado, 12 de setembro de 2009

Gripe A - H1N1

Ouve-se dizer que a gripe a nem se quer existe. E um virus inventado para vender as vacinas da gripe das aves para não ir a empresa à falência. Será que a economia já é influência na ciência da medicina? Eu acredito e tu?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Gripe A

Influenza tipo A/H1N1 modificado, denominado A/CALIFORNIA/04/2009. Esse, resultante da união de material genético de cepas da gripe humana, aviária e suina; extrapolou a barreira de espécies e passou a atingir seres humanos. Em dezoito de março do ano de 2009, a Organização Mundial de Saúde anunciou a ocorrência de casos desta gripe no México e, pouco tempo depois, nos Estados Unidos. Espanha, Canadá e outras regiões do globo terrestre, como o próprio Brasil, também entraram nesta lista. Por tal motivo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou tais incidências como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), criando o Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública (GPESP), a fim de monitorar o vírus, tomando as medidas necessárias e cabíveis – como tratamento dos casos e busca pela viabilização de vacina contra tais cepas. Tais providências se fazem necessárias para evitar uma possível pandemia, esta que poderia ser capaz de contaminar um terço da população. Embora seja mais transmissível que o vírus da gripe aviária, e assim como qualquer outra gripe, o contato com saliva contendo partículas virais, eliminadas principalmente ao espirrar ou tossir; ou secreções de pessoas infectadas são as formas mais comuns de contaminação. Os sintomas desta doença incluem a presença de febre repentina e acima de 38°C e tosse, podendo vir acompanhados de diarreia, dificuldade respiratória e dores de cabeça, nas articulações e músculos. O período de incubação pode variar entre 24 horas a duas semanas. Pessoas com tais manifestações, e/ou que estiveram em algum dos países cuja incidência foi confirmada - além daqueles que tiveram contato próximo com estes - devem buscar auxílio médico, a fim de diagnosticar a doença. Os kits utilizados fornecem os resultados em até 72 horas, sendo necessárias amostras de secreções respiratórias, de no máximo sete dias após o início das manifestações. Pode ser necessária a coleta de sangue, para diagnóstico diferencial. Apesar da grande transmissibilidade, algumas medidas relativamente simples podem evitar, de forma significativa, a contaminação pelo A/CALIFORNIA/04/2009. Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço descartável; lavar as mãos frequentemente, com água e sabão; não tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; evitar aglomerações; não utilizar fármacos sem prescrição médica e buscar auxílio médico em casos de manifestação de sintomas são extremamente importantes. Além disso, uma alimentação balanceada e boa ingestão de líquidos reforçam o sistema imunológico, reduzindo as chances de incidência dessa e de outras doenças. Informações relevantes: • Não existem registros de incidência deste vírus em outras espécies animais. • O consumo de carne suína ou derivados, desde que cozidos previamente, não fornece chances de contaminação. • A maioria dos casos confirmados são adultos ou jovens, o que pode indicar a relativa eficácia das campanhas anuais de vacinação, até então indicadas para crianças e idosos. • O uso de máscaras e equipamentos de proteção individual é recomendado para os profissionais de saúde e familiares que lidam diretamente com pessoas infectadas. Também é indicado para indivíduos que estão em áreas afetadas.




Tenho uma pergunta. Será que a gripe A foi criada em laboratorio para vender-se a cura?

terça-feira, 12 de maio de 2009

Duas espécies novas descobertas em Portugal

Biólogo da Universidade de Coimbra descobriu duas novas espécies de aranhas no Jardim Botânico daquela universidade. A descoberta já foi publicada na revista científica Zootaxa.
O biólogo Luís Crespo, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), descobriu duas novas espécies de aranhas no Jardim Botânico daquela universidade. A descoberta já foi publicada na revista científica Zootaxa, e as duas espécies foram baptizadas com os nomes de Tegenaria barrientosi e Parapelecopsis conimbricencis.
Com a descrição destas novas espécies, diz o investigador de Coimbra, “está aberto o caminho para novos estudos sobre a evolução da espécie e a sua utilidade para o Homem”. A descoberta mostra também, que a biodiversidade ainda é em parte mal conhecida em Portugal. O biólogo vai agora estudar aranhas das Ilhas Selvagens e de Porto Santo, no arquipélago da Madeira.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Nova lista de blogs....

Aqui estão alguns sites de algum interesse cientifico, tendo mais a ver com as borboletas. Um deles é de um dos membros do nosso grupo os outros são de comum interesse...
http://borboletas-lagartas.blogspot.com
http://borboletasemazeitao.blogspot.com
http://static.publico.clix.pt/borboletasnaweb
http://tagis.org

terça-feira, 17 de março de 2009

sábado, 7 de março de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Cabeça de cobra

Imagem recolhida pela câmara.

















Fotografado por:Lucas Rodrigues
Fernando Teixeira
Mónica Teófilo
Paulo Marques
Prof.Luís Gonçalves

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Microorganismos ao microscópio

Células e organitos celulares ao microscópio electrónico

Bactérias ao Microscópio

Genoma de mamute peludo reconstruído


Uma equipa de investigadores russos e americanos reconstruiu o genoma de mamute peludo, revela a última edição da revista Nature. Os peritos extraíram DNA de amostras de pêlo de mamute para reconstruir a sequência genética deste animal da idade do gelo, ainda que faltem alguns segmentos. Os investigadores estimam que o genoma esteja 80% completo.Ler mais em

http://yourwebapps.com/WebApps/mail-list-archive.cgi?id=65673;entry_id=1466


terça-feira, 26 de agosto de 2008

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Fenómeno atmosférico descoberto ao largo de Cabo Verde vai ajudar previsões climáticas


Ao largo de Cabo Verde, no ar cálido que varre as águas tropicais do Atlântico e é salpicado pelas ondas, decorrem, todos os dias do ano, reacções químicas que destroem um gás que todos conhecemos: o ozono. O fenómeno foi agora descoberto por cientistas britânicos e cabo-verdianos e, a confirmar-se o seu carácter global (os oceanos cobrem 70 por cento da superfície do planeta), poderá obrigar os especialistas a reverem os modelos utilizados para prever a evolução do clima no nosso planeta.

A equipa de Lucy Carpenter, da Universidade de York, Reino Unido, escreve hoje na revista Nature que, naquela região, nas camadas de ar mais baixas, é destruída uma quantidade de ozono perto de 50 por cento maior do que previsto pelos mais sofisticados modelos climáticos actuais. A partir de um observatório instalado na aldeia piscatória de Calhau, 15 quilómetros a leste do Mindelo, na ilha de São Vicente, e de observações feitas com uma avioneta, os cientistas conseguiram, pela primeira vez, medir o fenómeno, sem interrupção, ao longo de um ano, de Outubro de 2006 a Outubro de 2007.


A química da atmosfera em geral, e a do ozono em especial, são pratos de digestão difícil para leigos. Mas num comentário na mesma edição da revista, Roland von Glasow, da Universidade de East Anglia, resume bem a importância do ozono: "O ozono", escreve, "é um gás atmosférico fascinante, com papéis diferentes conforme a sua localização. Na troposfera [a camada inferior] é um gás de estufa e pode ser nocivo para os animais e as plantas. Mas o ozono da estratosfera (...) absorve os raios nocivos do Sol." O ozono também é importante, salienta, porque a sua destruição dá origem aos chamados radicais hidroxilos, moléculas altamente reactivas que "limpam" o ar, removendo um outro potentíssimo gás de estufa: o metano.

"Neste momento", diz Alastair Lewis, co-autor do estudo, em comunicado, "é uma boa notícia - há mais ozono e mais metano a serem destruídos do que se pensava -, mas o Atlântico tropical não pode ser considerado como um 'sorvedouro' permanente de ozono. (...) Bastaria um pequeno aumento dos óxidos de azoto vindos dos combustíveis fósseis e trazidos de Europa, África Ocidental ou América do Norte pelos ventos, para que o oceano passasse de sorvedouro a fonte de ozono".

Mas o que é que leva a esta destruição - natural - do ozono no meio do Atlântico? Os cientistas encontraram, no ar em contacto com a água, altas concentrações de monóxido de iodo e de bromo e concluem que são esses compostos que promovem a destruição do ozono. O primeiro provém dos aerossóis de água salgada que se misturam com o ar e o segundo das algas marinhas - e nos dois casos, as reacções decorrem sob a acção do Sol.

Contactado pelo PÚBLICO, John Plane, um outro co-autor, da Universidade de Leeds, disse-nos que o resultado é importante porque "os modelos da química do clima que tentam prever o futuro nunca serão fiáveis se não incluírem os processos naturais importantes". E também porque mostra que "as propostas para remover o CO2 da atmosfera alterando a produtividade do oceano, isto é, fertilizando-o com ferro, serão altamente perigosas enquanto não percebermos adequadamente o sistema natural".

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Os oceanos estão a perder oxigénio

A notícia pode não ser novidade, mas um artigo publicado hoje na revista "Science" acrescenta provas a esta tese. Esta perda pode estar relacionada com o aquecimento do planeta, e pode pôr em risco espécies marinhas que não sobrevivem abaixo de certos limiares de oxigénio (O2).
O estudo feito por cientistas alemães e norte-americanos analisa a variação da concentração do gás ao longo de mais de quatro décadas, nas regiões tropicais do oceano Atlântico, Índico e Pacífico. E conclui que no Atlântico e no Pacífico existe uma camada de água a profundidades intermédias, com uma baixa concentração de O2, que tem vindo a aumentar de tamanho.

As algas e o fitoplâncton libertam oxigénio para os oceanos através da fotossíntese. Mas a temperatura das águas vai influenciar a retenção deste gás, porque o O2 é tanto menos solúvel quanto mais alta for a temperatura.

A partir de uma certa profundidade, os seres que fazem fotossíntese deixam de existir, porque já não têm luz. Por outro lado, há uma grande quantidade de microrganismos que se alimenta da “chuva” de detritos que cai da superfície do mar, gastando o oxigénio nesse processo.

Assim, o nível deste gás vai diminuindo. Entre os 200 e os 1000 metros de profundidade, há uma camada de água com uma concentração muito baixa de oxigénio, chamada zona de oxigénio mínimo. A partir desta profundidade, correntes profundas vindas dos pólos, que estão carregadas de oxigénio, misturam-se e aumentam a sua concentração.

Este projecto científico foi tentar perceber se têm havido alterações no tamanho das zonas de oxigénio mínimo nas regiões tropicais dos oceanos.

Já foram feitos estudos que previam um aumento destas camadas, relacionado com o aquecimento global. A equipa analisou sete pontos georreferenciados que, desde 1960, tinham dados mais ou menos constantes sobre a concentração do gás a diferentes profundidades.


Atlântico com menos gás
Os cientistas analisaram três pontos no Atlântico, dois no Pacífico e um no Índico. Dos três, o Atlântico foi o que registou maior baixa na concentração do oxigénio. “Encontrámos a maior redução entre os 300 e os 700 metros, no nordeste tropical do Atlântico, enquanto as mudanças no leste do Índico são menos pronunciadas”, disse Lothar Stramma, o primeiro autor do artigo, do Instituto para as Ciências Marinhas de Leibniz, na cidade alemã de Kiel.

No Atlântico, a zona de oxigénio mínimo quase duplicou em menos de 50 anos. O aquecimento global poderá estar por trás disto: se a temperatura média do mar aumentar, a quantidade de oxigénio solúvel diminui. Mas os cientistas ainda não têm dados para relacionar os dois fenómenos. “A redução também pode ser causada por processos naturais”, disse Stramma.

No entanto, este tipo de monitorização não pode ser posta de lado. Há 251 milhões de anos, no final do Período Pérmico, a Terra viveu a maior extinção em massa conhecida. Os oceanos ficaram sem oxigénio, o que levou ao desaparecimento maciço de espécies marinhas e terrestres.

Sabe-se que esta extinção esteve relacionada com um grande aumento da concentração de dióxido de carbono, um dos gases responsável pelas alterações climáticas que vivemos.